Lugar onde martelo a ideia da excelência do texto curto como alternativa p/ adequação à ansiedade e velocidade q pede os novos tempos. N devemos tomar tempo. A ideia tem q ser curta, eficiente e fazer pensar.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Beijo gay na Globo - Parabéns porque?
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Quem é Diogo Mainardi para o país diante da grandeza de Lula?
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Rolezinho e a divida social com os negros
Há algo de positivo em movimentos como o rolezinho, pois os jovens, talvez sem querer, estao jogando um debate não só para o classe media do Shopping, mas para toda a sociedade.
Acho natural o desejo deles por certos produtos q conferem algum status, afinal não sao eles que pregam o consumismo. Ao contrário, eles é que sao bombardeados
diariamente através da mídia, e o efeito no lado mais carente, muitas vezes pode ser indesejável. Poderiam talvez estar passando a mensagem:
"Ei nós existimos, queremos também oportunidades de ter acesso ao que há de bom e melhor!"
E afinal: pobre gosta de luxo, miséria é para intelectual, já dizia Joãozinho Trinta.
Há oportunidades iguais para brancos classe média e negros pobres?
Não, n há. Um dos inúmeros problemas é q moram mais distante das oportunidades.
Assim, não se pode negar q há segregação. Ela existe e é compreensivelmente negada pela maioria, pois é coisa constrangedora e de difícil solução.
Qdo se reconhece que deixaram os negros desassistidos e hj eles ainda penam, só se ouve: Ah, isso é coitadismo. Porém, n se leva em conta q esse problema mal resolvido, é um dos fatores q causam insegurança para o convívio social. Geralmente é um negro q mata o filho do empresario classe media para roubar alguns pertences. A cor predominante nas penitenciárias é negra. A criança inconsequente q desce o viaduto num triciclo atrapalhando o transito, flagrada pela câmera da Globo, é um
negrinho filho de uma negra miserável. Quem aparece numa foto icônica dos extremos da desigualdade, nadando no rio de lixo do Canal do Arruda em Recife, catando latinha, é um negrinho pobre.
Não se pode negar que se cometeu injustiças contra os negros. A divída para com os negros existe, e é incomoda. Foram eles apenas um produto de consumo usado, e depois mal descartado.
No Brasil o negro ainda hoje, só é mais presente em fevereiro, qdo desfila numa escola e é convidado para comentar o carnaval. Ele então é usado e descartado mais uma vez.
No carnaval e só no carnaval, as coisas parecem milagrosamente favorecer o negro. Até um gari, serviçal q segundo um conhecido expoente da velha mídia de direita, faz parte da escala mais baixa do trabalho, com alguns espontâneos passinhos de samba, consegue ser transformado num artista de fama internacional.
Percebe-se q não há união entre os próprios negros. Talvez um certo orgulho desestimula isso. No entanto se houvesse consciencia negra realmente ativa, os negros poderiam aproveitar o próprio carnaval como meio para protestos, e assim intimidar uma sociedade q foge do problema. Um simples gesto, uma palavra símbolo, um pequeno adereço, já faria diferença.
O problema da desigualdade n é só do Estado. A situação real do Brasil ainda é um cenário de capitanias hereditárias.
Sendo assim, o Estado poderia interferir na vida privada de grandes latifundiarios q ainda existem aos montes, e por achar q eles teriam demais, apropriar-se de parte de seus patrimônios para dividir entre famílias pobres que tbém quisessem produzir e viver com dignidade?
O Estado poderia por exemplo, taxar pesadamente bilionarios como Paulo Lemann, Joseph Safra, os irmãos Marinho, e outros para construir universidades e custear o estudo de negros e até brancos pobres? Não. Negativo. O Estado tem q ir se virando a duras penas, trazendo uma copa para atrair investimentos ou fazendo parcerias com gdes empresas privadas, acertando em algumas e errando em outras.
Enfrentar a desigualdade é um problema de todos, e os setores conservadores
tem mais responsabilidade, pois além de se esquivarem do problema, espalham
falsas ideias para confundir a opiniao da maioria q tem cativa através dos
meios de comunicação.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Eu, hein? Ser contra futebol no Brasil?
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Depois de Lula, nunca se viu tanto preconceito
Há sensível mudança entre o Brasil de antes, da direita no poder, com o de hoje, com o domínio da esquerda.
O Brasil de antes, de representantes sempre muito bem alinhados à classe dominante, como o alemão Geisel, Figueiredo, Sarney, Collor, FHC, não favorecia o embate entre as classes. Parecia ser legítimo a minoria dominante sempre ocupar o poder.
Com o nordestino Lula, um genuíno representante do povo assumindo o poder e se tornando historicamente um dos presidentes mais populares do mundo, sendo sucedido por Dilma, uma mulher comandando um país super machista, a coisa enfim começou a decolar. Várias vozes antes ignoradas, puderam então se manifestar e procurar afirmação.
Por outro lado, o Brasil enfim pode mostrar sua verdadeira face. E nunca se viu tanto preconceito. Nos revelamos ser um povo tacanho, muito pobre de valores.
Ainda bem q vivi para ver isto, do contrário ficaria na dúvida.
Ainda bem q pude alcançar a era da internet, meio pelo qual se pode comprovar isso facilmente e de maneira até cômoda.
Cristo Redentor não protege nem ele próprio
É até engraçado observar o comportamento muito suspeito de um deus q se revela tão alheio às coisas sagradas humanas, e q aqui no Brasil, um dos países mais evangelizados do mundo, não poupa nem o Cristo Redentor.
Ver as imagens dos raios atingindo violentamente a estátua no Rio, mesmo sob a proteção de para-raios, é sem dúvida uma coisa bem desrespeitosa para quem espera haver proteção divina.
Ora, q deus maluco é esse q vive a deixar q raios atinjam a imagem do próprio filho? Ó, mas q coisa mais constrangedora! - Seriam as considerações óbvias.
Acho q Deus não deveria humilhar tanto assim o Cristo Redentor. Pega mal para ele próprio, não ?
Mas, falando sério. Segundo a arquidiocese, equipes especializadas em rapel, subirão na estátua para reparar os danos causados pelos raios, e ampliar a proteção de para-raios, antes q a coisa piore ainda mais. Afinal, o Cristo é um empreendimento q rende bons lucros.
A coisa toda, no entanto, nos deixa uma mensagem bem clara:
A necessidade de se ampliar a proteção, nada mais é q a natureza esfregando em nossa cara, de q ela é quem manda, desde sempre, e q para ela de nada importam nossas crenças.
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